MEMBROS: 1015

Subsídio Bibliológico

Título: O Poder e o Ministério da Oração

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I

A oração no livro de Atos e no ministério de Paulo
"Atos. Se Lucas é o evangelho da oração, o livro que o acompanha, Atos mostra a Igreja Primitiva como uma comunidade de
oração. Os discípulos oram enquanto esperam pelo Espírito Santo (Lc 24.53; At 1.14) e depois de sua vinda as principais práticas da
jovem igreja podem ser resumidas entre 'ensinar', 'dividir os bens', 'distribuir o pão' e 'orar' (2.42-45). Lucas descreve essa vida
inicial de oração como perseverante e dotada de uma concordância (por exemplo, 1.14; 2.42,46). Como no Evangelho de Lucas, a
oração acompanha as crises de decisão (At 1.24), de libertação (4.24ss.; 12.5; 16.25) ou de confiança (7.60). Ela também está
permanentemente associada à prática da imposição de mãos, e à vinda do Espírito Santo sobre indivíduos ou grupos (6.6; 8.14-17).
Paulo. A contribuição paulina à teologia da oração do NT é a sua grande ênfase na ação de graças. O fato de todas as suas
epístolas, exceto Gálatas e Tito, terem uma expressão de ação de graças ou bênção de Deus logo de início, ou pouco depois da
saudação, não pode ser explicada apenas como uma mera forma epistolar, pois está enraizada na teologia paulina. Paulo acreditava
que toda oração deve incluir ação de graças (Fp 4.6; Cl 4.2), pois as ações de graças (eucharistia) faziam com que a glória
ascendesse a Deus pela graça (charis) que havia descido sobre nós em Jesus Cristo (cf. 2 Co 1.11).
O ensino geral de Paulo sobre a oração foi muito bem resumido em 1 Timóteo 2.1-9".
(Dicionário Bíblico Wycliffe. RJ: CPAD, 2009, p.1421)

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